Duas figuras do EaD
No post anterior, referi que a minha grande influência no EaD é o Comandante Ferreira da Silva, por ter com ele aprendido muito e trabalhado. No entanto, para este post resolvi escolher duas figuras internacionais: escolho Holmberg e Moore, pela importância das suas teorias no desenvolvimento e evolução do EaD. Leia mais »
O EaD – ideias pessoais
Quando penso em Ensino a Distância ocorrem-me expressões que todos nós conhecemos:
“anytime, anywhere”
“in your own place, at your own pace”.
E para mim esta é uma das principais características do EaD: a flexibilidade de quem aprende, que é também o conceito que acompanha esta modalidade de ensino desde o início, apesar das evoluções que tem sofrido. Não nos devemos esquecer do ensino por correspondência, designada 1ª geração do EaD, ou o estudo independente, onde ainda não existia um conceito de interacção e rede entre os participantes, mas antes um estudo solitário, em casa.
Depois, ouvimos, então, falar da rádio, da TV, das tele e audioconferências e do próprio aparecimento das universidades abertas como parte da evolução do EaD (2ª geração). Por último, temos a geração digital, das redes e do multimédia, que nos fornecem as ferramentas e meios para o EaD como nos é mais familiar hoje em dia.
Tenho que referir que quando me é pedida a minha definição de EaD, é-me dificil deixar de lado tudo aquilo que aprendi quando, pela primeira vez, contactei com este tipo de ensino. A nível pessoal e profissional, a grande figura do EaD, é para mim o Comandante Ferreira da Silva, ex- Director do Centro Naval de Ensino de Ensino a Distância, quando, acabada de sair da Faculdade muito me ensinou sobre esta modalidade de ensino. O Cmdt. não é um teórico, mas é alguém que sabe como aplicar (e aplica), as grandes teorias do EaD e, é, por este motivo um modelo para mim. Leia mais »
